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A família

por doinconformismo, em 30.08.13

Estou a preparar-me para ir de férias com os meus pais. E todos os anos os vejo a antecipar o momento, a reverem todos os detalhes, a saborear essa imaginação.

São os meus pais. Temos horários diferentes, interesses um pouco diferentes, perspetivas diferentes mas temos algo em comum: somos família.

 

Todas as famílias são diferentes. Umas são pequenas, outras numerosas, umas barulhentas, outras mais subtis. Há quem faça questão em passar tempo juntos todos os dias, semanas, meses, há quem se veja uma vez por ano. Não há certos nem errados, há coisas que funcionam numa família e não funcionam noutras, e é mesmo assim porque somos todos diferentes.

 

Mas há uma coisa que não podemos fazer: afastar-nos para sempre. Sei de casos de pessoas que não se falam há anos, e se formos a ver bem já nem se lembram muito bem porquê, ou contam-nos uma história romanceada que vive apenas nas suas memórias. Há pessoas que foram tão feridas que não conseguem olhar os seus familiares de frente e há pessoas que não querem ouvir falar da sua família porque simplesmente não estiveram lá para ajudar no seu momento mais difícil. E de repente alguém fica muito doente e chegamos a assistir a autênticos dramas de quem não quer ouvir sequer falar de reconciliação...

 

Temos que os amar! Porque sim, porque foi a família onde nascemos, foi a família que Deus nos deu. E, bem ou mal, quer os admiremos ou detestemos, são nossos. E se não gostamos da maneira como as coisas estão, se calhar temos que ser nós os primeiros a mudar! E como nada dura para sempre temos que mudar antes que seja tarde. Que tal hoje?

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É o que temos...

por doinconformismo, em 29.08.13

Somos um povo resignado. Ou resignado ou comodista. Há quem diga que é o resultado de décadas de um regime ditatorial, mas eu não concordo. Temos exemplos de países mesmo aqui ao lado que também passaram por uma ditadura e não são assim. Por isso acho que o que somos mesmo é comodistas.

 

E como somos comodistas não confrontamos nem expomos as situações de mediocridade com que (todos) nos deparamos (todos os dias). Dá trabalho, gasta tempo e energia... e mesmo que queiramos expor a situação o simples ato de identificar o forum correto onde o fazer é tão mas tão complicado!

E já andamos nisto há tanto tempo que a situação se tornou insustentável. Enquanto muitos continuam a encolher os ombros dizendo "É o que temos", observo cada vez mais pessoas a levantarem-se contra o medíocre, contra o atabalhoado, e a expor estas situações.

 

Foi por causa do laissez-faire que chegámos aqui. Temos um mau atendimento em geral - "É o que temos", temos maus transportes e dessincronizados, temos mau jornalismo em barda, temos maus políticos, um mau governo, um mau primeiro-ministro. E o que dizemos disto tudo? "É o que temos".

E é. É o que temos e o que fizemos do que tínhamos. É o que temos e o que merecemos. Por causa da inércia. Por causa do comodismo. É como todos os dias vermos algém a fazer xixi para casa do vizinho e nunca termos feito nada, até que é o nosso carro a ser atingido. E claro, quando isso acontece, "é o que temos".

 

Mas felizmente já somos muitos a não querer viver com esta realidade, já somos muitos a acreditar que é possível fazer melhor. Mais, acreditamos não só em nós mas nos que estão à nossa volta e se levantam também. E assim, acredito que "o que temos" só poderá melhorar!

 

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The day after

por doinconformismo, em 28.08.13

Ainda estou a receber mimos e mensagens de parabéns - e a agradecer.

Nunca é tarde para darmos um miminho - nem que seja um sorriso - nunca é tarde para fazermos alguém feliz mesmo que com coisas pequenas. Muitas vezes são essas coisas pequenas que fazem a diferença no dia de alguém.

 

O que me leva ao tema de hoje - gratidão e abundância.

Estou grata por tudo o que tenho na minha vida - amigos, família, emprego, a minha relação com Deus, dinheiro e tudo o mais. As minhas necessidades estão supridas além do básico e os meus "problemas" são problemas do primeiro mundo. Estou perfeitamente consciente disso e é mais uma razão para estar grata. Mas a gratidão leva-me mais longe.

 

Ao valorizar, invisto nisto tudo e em particular nos relacionamentos a reciprocidade acaba por ser uma constante. E este é o melhor de tudo: a abundância. Não tendo em demasia, tenho o suficiente para mim e para partilhar. E se eu gosto de partilhar! E quanto mais partilho, mais tenho! E é por isso que me considero rica: em amigos, em relacionamentos em geral, em satisfação, em tudo! Ontem fui para a cama a sentir-me a pessoa mais rica do mundo. E hoje continuo a pensar o mesmo.

 

Posso não ter dinheiro para comprar TUDO o que quero ou para fazer TUDO o que quero, mas tenho abundância de TUDO na minha vida. E não preciso de mais nada.

Por outro lado, há pessoas que são tão pobres, mas tão pobres, que tudo o que têm é dinheiro...

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É tão bom ter amigos #2

por doinconformismo, em 27.08.13

No dia do meu aniversário volto a ser criança outra vez.

Saboreio de forma especial todos os telefonemas, mensagens, atenção e miminhos com que sou brindada nesse dia. E tenho a sorte de ter tudo isso em quantidade abundante em cada ano.

 

Recordo a minha primeira chefe, num ambiente formal, que no seu aniversário sempre se transformava numa adolescente saltitante entre postais e flores e outros mimos que ia recebendo abundantemente ao longo do dia. E bem os merecia e merece.

 

Eu não sei se mereço ou não, mas sei que tenho amigos fantásticos que me fazem sentir a pessoa mais importante do mundo em muitos dias do ano, e neste em particular. Gosto muito do provérbio "Quem acha um amigo acha um tesouro" e eu tenho muitos tesouros que considero amigos do coração.

 

Dizem que andar nas redes sociais faz uma pessoa mais triste, eu só posso discordar... Amigos, colegas, conhecidos de longa data, conhecidos de agora, ajudaram a fazer um arco-iris sem igual neste dia em que só posso sorrir e agradecer.

Neste dia, sinto-me a pessoa com a maior fortuna do mundo. Obrigada!

 

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Será que aprendemos com os erros?

por doinconformismo, em 26.08.13

Hoje pediram-me para escrever sobre este tema (uau, com duas semanas de blog e já tenho um programa de discos pedidos!): Será que somos capazes de efetivamente aprender com os erros ou limitamo-nos a perpetuá-los?

 

Dizem que uma pessoa inteligente aprende com os seus próprios erros, e que uma pessoa sábia aprende com os erros dos outros. Tendo a concordar. Mas e quando estamos a falar de grupos, organizações e até nações? Porque razão se diz que a história se repete, que o povo tem memória curta e tudo o mais?

 

Aprender individualmente ou num grupo pequeno dá trabalho, mas é possível. Cometemos um erro, analisamos onde falhámos e de que forma podíamos fazer diferente, extrapolamos para o que fazer da próxima vez e já está. Se queremos aprender com os erros dos outros dá ainda mais trabalho - obriga a observação incessante e análise constante.

 

E quando a dimensão cresce? como podemos disseminar as conclusões por todos, ou como podemos combater a tentação de pôr a culpa no vizinho do lado, ou até como perceber se o que está a ser comunicado é o resultado da análise pura e dura dos acontecimentos ou se é uma tentativa de alguém para se usar ou sobrepor a outro alguém?

 

Se os seres humanos são capazes de aprender com os erros, as organizações sejam quais forem (um grupo de amigos ou com interesses comuns, uma família, uma empresa) também deverão ser. Mas para isso tem que haver vontade e mecanismos que passem aos outros essa informação. E aí Portugal está francamente atrasado.

 

Primeiro, no assumir dos erros. Nós Portugueses não gostamos de assumir as responsabilidades, de dizer que errámos, não nos está no sangue. Se não o assumimos, como podemos analisá-lo? E pior, como podemos passar essa informação para que outros não cometam os mesmos erros?

 

E se não se assume os erros, como é possível criar mecanismos de prevenção? Pois, não é. E é por isso que vemos tantas vezes homens e mulheres inteligentes a cometer erros uma e outra e ainda outra vez.

 

Mudar mentalidades precisa-se.

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Tudo o que temos ou a necessidade de valorizar

por doinconformismo, em 25.08.13

Hoje estive a ouvir uma pessoa da Guiné Bissau contar um pouco da vida lá. Hoje voltei a lembrar-me do quanto somos afortunados quando as nossas preocupações são a velocidada da internet ou as funcionalidades do nosso último smartphone ou tablet.

 

Hoje ouvi uma parte da entrevista da Maria Elisa ao canal Económico, onde ela dizia que depois de tantos anos a entregar metade dos rendimentos ao Estado não sabia sequer se ia ter reforma. Mas que nem queria falar muito nisso por causa de tantas pessoas que estão bem piores por causa da situação do país. E mais uma vez pensei que o serviço de saúde que temos e até as reformas a que temos direito quando o tempo chegar são algo que tomamos por garantido mas um dia podem simplesmente não estar lá.

 

Tomamos muita coisa por garantida, desde a eletricidade que não falha até à águinha quente a correr nas nossas torneiras.

Tomamos muita coisa por garantida, e vamos tomando por garantido cada vez mais coisas e até pessoas.

Até a nossa liberdade. Num ano em que tantos países andam em guerra (ou perto disso) porque os povos estão cansados de serem subjugados por tiranos, devíamos pensar mais na maravilhosa liberdade conquistada não assim há tanto tempo no nosso próprio país.

 

E que tal valorizarmos mais? Valorizar a vida, as saúde, a liberdade, as pessoas que estão connosco, valorizar cada sorriso, cada momento juntos. Valorizar os outros mesmo que carregados de defeitos (já agora: nós também os temos!) ou simplesmente valorizar o nosso lindo sol e esta luz maravilhosa de verão.

 

Valorizar. Porque pode acontecer um dia acordarmos e cada uma destas coisas, momentos, pessoas de que tanto gostamos mas que quase desprezamos, simplesmente já não estarem mais lá.

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Destralhar (em casa e na vida)

por doinconformismo, em 23.08.13

Vivemos com coisas a mais. Temos coisas a mais em casa, que nunca usamos mas que guardamos porque são bonitas ou porque nos trazem recordações especiais ou porque "ainda podem vir a dar jeito".

Mas vá lá, vamos ser honestos: quantas vezes as usamos ou sequer olhamos para elas? Se calhar temos um monte de tralha encaixotada e com o passar do tempo nem nos lembramos já o que temos!

 

De mês para mês vivo com maior desconforto com as coisas que temos e não usamos. E tomei uma decisão: vou dar tudo. TUDO! e se ninguém quiser, vou deitar fora. Até os meus livros da faculdade, que ainda andam lá por casa a fazer não sei muito bem o quê, vão sair muito rapidamente.

Vou fazer o mesmo em parceria com os meus homens, que também guardam tudo e mais alguma coisa. Convencê-los. E se for preciso, obrigá-los.

 

tralha

 

Mas esta é a parte fácil. O difícil é destralhar a nossa vida, o nosso coração. E claro, a nossa mente. Vivemos diariamente com peso a mais, espaço ocupado por tralha na nossa agenda, na nossa vida inteira, espaço que podia estar a ser ocupado com novas experiências e novos saberes. Ou simplesmente com o prazer de não fazer nada. Arrastamos tarefas simplesmente porque não sabemos dizer que não, porque achamos que é assim que deve ser ou simplesmente porque sempre foi assim e nunca nos demos ao trabalho de mudar.

 

Para não falar de sentimentos. Há quem arraste diariamente uma carga tão pesada de preocupações, tristezas, arrependimentos, que se pudessem ser pesados mostrariam toneladas. Arrastar toneladas dia após dia não é viver, é um verbo qualquer situado entre o sobreviver e o simples existir. Coisas que ficam por dizer ou fazer, palavras ditas em momentos de fúria, situações não resolvidas às vezes há anos, às vezes há décadas...

 

E o esforço e energia que tudo isto consome! Já pensaram que é muito mais rápido manter uma casa sem tralha limpa e arrumada? e que exige muito menos energia? E não é assim também com a nossa agenda? No campo dos sentimentos então, preocupações ou situações não resolvidas podem ser autênticos buracos negros que sugam toda a nossa energia, não deixando sequer um bocadinho para gerirmos o nosso dia-a-dia, quanto mais para um sorrisinho.

 

É por isso que esta minha decisão de destralhar não começou pela casa, por muito desconforto que ainda me cause. Começou pela agenda e por mim própria, isso sim. A casa, o guarda-roupa e até o tamanho da minha mala vem por arrasto.

 

É mais do que tempo de vivermos livres e leves, e para isso temos que nos livrar do que nos faz mal ou simplesmente nos atrapalha.

E nada melhor do que um fim de semana à porta para metermos mãos à obra. Bora lá?

 

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Mudar os planos

por doinconformismo, em 22.08.13

Mudar planos pode ser bom. É desconfortável, mas bom. Mostra-nos em primeiro lugar que não somos donos do nosso próprio destino, mostra-nos que não controlamos a vida. Essa malandra, que a par do universo teima em se demonstrar além de nós, apesar de nós...

 

A vida prega-nos partidas. Temos tudo planeado, tudo organizadinho e às vezes até pensado até ao mais ínfimo pormenor. E é nessa altura que vem uma coisa qualquer que nos faz mudar os planos todos. E agora?

 

Um exemplo pequenino: no meu trabalho isto passa a vida a acontecer. Hoje de manhãzinha e com o dia planeado e cheio de reuniões, a coisa começou logo a correr mal qual o início da primeira reunião começou a adiantar-se e já a passar para cima da segunda, e assim sucessivamente. E depois já era outra reunião que não se podia realizar por falta de condições e ainda um assunto urgente que surgiu para tratar... Fazer o quê, se as coisas nem dependem só de nós?

 

Tenho para mim que a chave está na nossa reação. A mudança acontece, mesmo quando não queremos, e ou gastamos todas as nossas energias a combatê-la (e até podemos conseguir por algum tempo, mas rapidamente vamos perceber que perdemos) ou podemos abraçá-la e até navegar nela. Eu escolho esta segunda opção. Se tem que acontecer, que seja comigo!

 

Ainda voltando ao exemplo: a primeira chefe que eu tive e que me abriu os olhos para o trabalho e para o mundo, sempre dizia que "o sistema ajuda". E ajuda na maior parte das vezes, apenas temos que aprender a tomar partido dele. No fim do dia, tinha ido a todo o lado onde a minha presença era necessária, tinha tomado todas as deciões que era necessário tomar e tinha respondido a todos os temas que necessitavam de resposta.

 

Se não houvesse mudança, não havia progresso, ainda não tínhamos luz elétrica nem comunicações, porque "as coisas sempre foram assim". É verdade que muitas vezes só mudamos quando dói menos mudar do que ficar tudo como está. Mas desde que há Terra há mudança, não se pode parar. Não estou a dizer que devemos desistir em todos os casos, ninguém quer trocar a sua liberdade por um regime ditatorial, certamente. Mas na maior parte dos casos temos a ajuda do "sistema", ou até, de alguma mão invisível que repõe o equilíbrio no universo.

 

O sistema nem sempre é mau. E a mudança ainda menos. Por muito que seja temida.

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Beleza em forma de sushi

por doinconformismo, em 21.08.13

Tenho que dizer isto aqui. O Restaurante Suntory (http://www.suntory.com.pt) no Picoas Plaza é talvez o MELHOR restaurante do mundo e arredores.

É tudo excelente:

- O ambiente, moderno e descontraído

- O chef inova, trazendo-nos sabores arrojados e desafiantes

- Toda a equipa faz-nos sentir em casa

 

A visita ao restaurante não se extingue no chegar, comer, pagar e sair. Antes mesmo, no agendamento, já começamos a sentir aquele prazer suave. Chegamos, e os sorrisos da equipa são tudo o que precisamos. Enquanto escolhemos, os nossos filhos também são mimados e acolhidos com aquele sorriso quente.

E depois a comida. A beleza em forma de sushi. Um autêntico concerto de sabores a explodir na boca.

Há pessoas que dizem que náo gostam de sushi, mas isso é só porque ainda não foram ao Suntory!

Já estou a salivar.... hoje é quarta. há rodízio.... amanhã há degustação de sabores, verdadeiras iguarias inventadas pelo chef.

 

Já estamos a reservar a mesa! :) e prometo que depois publicamos fotos no facebook!

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Mais perto do sonho

por doinconformismo, em 20.08.13

Uma das definições de insanidade é “fazer sempre a mesma coisa, esperando obter resultados diferentes".

Esta frase, que se atribui a Albert Einstein, é cada vez mais conhecida nos dias que correm, talvez porque haja cada vez mais consciência de que para resultar diferente, tem que se fazer diferente.

 

Por tempo demais, gente demais passa uma vida inteira a fazer o mesmo dia após dia esperando que um dia, por artes mágicas, as coisas mudem. E depois culpa-se o governo, o tempo, a crise, ou outra coisa qualquer pela falta dos resultados esperados. Mas não é assim!

 

Se o nosso sonho é tocar guitarra como o Keith Richards (pois, eu não sou fã do Hendrix) há que começar por aprender a tocar. É que sem uma única aula (numa escola ou na internet se formos autodidatas) seguramente não vamos lá.

 

O que eu vejo muita gente fazer é passar os dias a sonhar acordado mas sem sequer identificar o que é preciso para chegar onde querem. E a seguir a identificar há que planear, perceber quanto tempo leva, qual o custo, e por aí fora.

É por isso, penso eu, que o caminho para o sonho não é para todos. Se até o Cristiano Ronaldo treina várias horas por dia e tem que se esforçar para ser o jogador que é, o que nos leva a pensar que simplesmente sonhar nos leva a algum lado?

 

Temos que aprender, temos que nos esforçar, temos que SER e abdicar de muita coisa para que o sonho se concretize. E estou a falar de coisas básicas, porque se formos pensar em sonhos altruístas ou maiores do que nós vemos por toda a história da Humanidade verdadeiros heróis que deram tudo, as suas vidas inclusivé, por algo em que acreditavam e muitas vezes não chegaram a ver. Mas nem me atrevo a ir tão longe...

 

Pois claro, nem tudo depende de nós. Mas o início da marcha é sempre nosso. E se não fazemos o que nos compete não podemos queixar-nos de mais nada senão de nós próprios. 

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